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quinta-feira, 5 de março de 2015

Palavras são só palavras.

Há décadas que esta expressão é usada como letra de música, frase de poema, expressão de dúvida.
Porém, nunca esta expressão foi tão correta. Estamos vivendo em um país em que as verdades se misturam com mentiras de uma forma que dificilmente se consegue saber até aonde vai a verdade, e o que podemos definir como mentira. Não estou dizendo com isto que tanto faz. Ao contrário, estou dizendo que precisamos apreciar a avalanche de informações que invadem nossas vidas que parecem querer formar nossas opiniões, muito mais que, esperar uma opinião. A mídia e o sistema de informação faziam, isto em uma ação unilateral obrigando-nos a receber as informações e absorvê-las, entretanto, neste momento de mídia interativa, as pessoas se sentem responsáveis em participar destes momentos de forma direta e emitindo sua opinião em um sistema de rede e opinião que nunca mais volta. O pior, na maioria das vezes, a opinião acontece sobre informações mentirosas, outras opiniões já formadas que estão em discrepância com o verdadeiro acontecimento. Enfim, acredito que este texto para maioria das pessoas que gostam de ficar dando opinião, sobre questões que não tem o mínimo de conhecimento necessário, é incipiente, porém, gostaria de chamar a atenção dos mais cuidadosos, daqueles, que podem ter se precipitado em comentários, algumas vezes, mas reconhece que errou e tenta corrigir. Vamos mudar a cara do sistema de comunicação interativo, principalmente, nas redes sociais, onde o maior percentual de informações não tem boa procedência.

Poucos dias atrás recebi informações que precisava migrar para uma nova rede social, já que aquela que estávamos iria deixar de funcionar no Brasil. Rapidamente, esta mentira, parecia verdade, e milhares de pessoas já estão inscritas em uma outra mídia, não sabem nem se esta mídia é de boa procedência. Então, você recebeu uma mensagem como esta que citei? Você passou para alguém? Ou você já até tem conta nesta outra rede social? É disto que estou falando.

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Eleições: É um momento de decisão sua, e não do outro.

Imagine se alguém tentar falar de você só visando seus atos errados do passado ou até mesmo atitudes do presente. Você acredita que as pessoas que ouvirem vão ter a verdadeira ideia de quem você é? Você seria visto como uma pessoa de bom caráter.
                Então, não é difícil criar a imagem de uma pessoa, conforme quem está falando deseja que ela pareça. Quando falamos de mídia (televisão, internet, jornais, revistas, isto tem um efeito incrível e determinante.
É possível, eu esquecer de coisas positivas que aconteceram comigo, no meu bairro, com alguém da minha família, após diversas afirmativas negativas sobre estes acontecimentos. Por exemplo você passa há 20 anos em um determinado local, em certa ocasião acontece um acidente. Parece que aquele local é um ponto de risco para acidentes.
Temos muita facilidade de fixar informações que são estrategicamente inseridas em nosso rol de informações, principalmente negativas. A pior parte disto é que não fazemos uma análise crítica para avaliar a informação.
Eu gostaria de lembrar que sonhávamos com um Brasil em que a fome fosse combatida em todo país. Queríamos as oportunidades de trabalho para todos. Há algum tempo atrás o filho do operário não conseguia chegar a faculdade, não tinha acesso a cursos profissionalizantes e não existia muito emprego. Lembra disso? Parece difícil esquecer! Mais esquecemos.
Antes desta época não tínhamos estes acessos que citamos e ainda assim acontecia a corrupção igual a de hoje.
O maior mensalão já declarado na história de governo, e não foi noticiado como “mensalão”, foi mostrado pela mídia como uma situação normal. Do que estou falando? A convocação para a aprovação da reeleição de Fernando Henrique. Não lembra? E a venda das estatais, lembra?
Você se lembra quantas vezes noticiavam durante o ano “ O governo se reúne mais uma vez com o FMI para recorrer a dinheiro para pagar dívidas de governo.” Se esqueceu? O déficit primário era de 60 bilhões de dólares e terminou os 8 anos de governo do PSDB com aproximadamente 660 bilhões de dólares. Outros, como o escândalo PROER, caixa dois de campanha, propinas na privatização (com a morte do ministro de telecomunicações). Poderá ver outros em nosso link de referencia de pesquisa.
Você foi informado disto? Foi ! Mas, já passou e nem se lembra.
Quanto a candidata que não conseguiu colocar partido, e sabe-se lá por que ela aceita ser a vice, e depois o candidato morre. Agora ela é a candidata sem ideologia própria. Faz acordo com um partido que não tem a melhor forma de estar na política, pois, não tem boas ideias para o país. Já prestou a atenção nas propostas? Vamos ver algumas:

Dar autonomia ao banco central. Sabe o que significa isto? A maioria dos brasileiros não sabe. Se ela for eleita vai dizer: eu prometi em campanha, ou seja, não enganei ninguém. Porém, esta medida é muito técnica, não dá para explicar tudo, porém, a grossos modos de falar, é o controle dado as instituições financeiras (banqueiros) e a especuladores financeiros. Hoje, as medidas de controle financeiro têm que visar mercado produtivo, balança comercial, (importação / exportação) e outros fatores que muitas vezes é inevitável, uma ação dura que atinge o crescimento econômico, mas visando este crescimento da economia a longo prazo. Pode até se pensar no interesse de alguns grupos para tê-la como presidente, digo, principalmente os banqueiros e os especuladores, que não geram crescimento do país e nem estão ligados ao mercado produtivo. A candidata chegou a anunciar o término de direitos trabalhistas e medidas de desestruturação dos sindicatos. Agora já chegou a dizer que não é bem assim. Mais uma proposta que parece querer favorecer a empresas e não a trabalhador. Mexer nos direitos trabalhistas pode ser um possível “cala boca” para o mercado produtivo. Em quem incide diretamente estas duas propostas de governo desta candidata? Diretamente no povo brasileiro, e no futuro de nossos filhos. Que filhos? Aqueles que hoje já tem muito mais opções de trabalho e profissionalização, já conseguem galgar espaços com as elites, com formação superior. Lembra?


Referencia